1ª SESSÃO
  • Priscila acorda dentro de uma fortaleza cercada por Kobolds que servem a um "senhor dragão" mas é um humano chamado Riddler que lhe faz as "honras da casa". Ele diz que ela foi encontrada desacordada e que agora em diante seria escrava ali. Riddler medica a jovem sem memória.
  • Os inquisidores estão perseguindo todo aquele que teve a "febre".
  • O Bárbaro acorda numa igreja e encontra Gunner, o Bispo que coloca a par do acontece no mundo pois o rapaz está semo memória. 
  • O Bárbaro é levado até Carl, o Ferreiro para que ele possa aprender um ofício.
  • O Tiefling desperta em meio a corpos que estão prontos para serem levados numa carroça e finge-se de morto quando avisado para fazê-lo, um outro tiefling dava orientações furtivas a ele para que saisse vivo daquilo. 
  • Bob, O Barbaro é perseguido por Inquisidores e Carl o envia para o entreposto com caixas de mercadorias vazias.
  • Priscila é levada ao grande salão e o "Senhor Dragão" que tem uma aprência humana estranha a apelida de Evillyn.
  • Riddler foge enquanto o seu senhor hiberna e deixa instruçções para como Evillyn deve fazer para fugir também.
2ª SESSÃO
  •   Bob e Evilyn conseguem estadia na cidade de Travincal.
  • Ruivão acorda na defumadeira do moinho e encontra um círculo mágico qualquer com alguns frascos de conteúdo desconhecidos.
  •  Ruivão encontra Smith, O Forjador de Homens que arrumo um emprego para ele na milícia do travincal.
  • Osvaldo acorda em meio a uma enfermaria da cidade do Travincal.
  • Evillyn e Bob vão para seu primeiro dia de treinamentos na milícia e encontram o Fighter ( Osvaldo) sendo levado amistosamente pelos inquisidores mas é impedido por Smith e seus quarenta homens que estavam com eles.
  • O Tiefling é designado para um pelotão diferente do grupo logo é afastado dos outros jogadores.
  • Evillyn volta até loja onde o Tiefling havia ido e tira algumas de suas dúvidas, fica sabendo que seu frasco de remédio que lhe fora dado por Riddler era na verdade sangue de dragão.
  •   Quando se encaminhavam para missão, mudaram sua rota para que ruivão mostrasse o lugar onde ele tinha acordado, Bob reconheceu o mesmo círculo e disse que quando despertou havia um similar ao seu lado. Repararam que havia mais frascos iguais ao que Evillyn possuía além de também ter um estandarte rico em informações, mas desconhecido.
  •   Smith quando questionado sobre o estandarte que estava em suas terras, informa que poderia ser resultado de qualquer saque de seus homens no passado, mas ele certamente reconheceria aquele estandarte se tivesse lutado contra seu possuidor concluindo então que nada sabia sobre ele.
  •   O grupo treina arduamente durante três semanas sobre como lutar uma guerra em grupo.
  • Em sua primeira missão, enquanto acompanhavam um barco de suprimentos pela margem do rio, foram atacados por homens de Heagrove, venceram a escaramuça repelindo todos os atacantes.
  • Foram enviados para um vilarejo onde se fazia beneficiamento de grãos  a um dia de viagem para resolver  um possível problema, um homem estava  comendo as pessoas na cidade. Quando chegaram se depararam com 10 Zombies, 2 Gravehounds e um zombie voador degenerado. Lutaram quase até a exaustão e morte, mas foram vitoriosos no final.
  • Evillyn ouve uma voz que dizia: "Eu não vou ficar aqui, tenho medo desses cachorros"
  •  Bob equipa o primeiro item mágico do jogo, um Great Axe Challenge-Seeking +1 
3ª SESSÃO
  • Michel desperta em uma pequena cela monástica na casa de um senhor de terras. o senhor receoso de seu convidade desmemoriado o envia para o Travincal. 
  • No vilarejo de beneficamento de grãos, param para descansar depois da batalha e conseguem identificar contra o quê lutaram,
  • Enquanto olhavam os corpos dois grupos distintos de cavaleiros chegavam à cidadezinha ao mesmo tempo, ambos portavam os símbolos do Travincal.
  • Sob o comando de Ruivão, os cavaleiros que chegaram vasculharam as casas e encontraram um homem que possuia um livro de morte que teria invocado os mortos vivos. Foi ordenado sua execução pela espada.
  • Evilin toma posse do livro.
  • O grupo recebe o personagem do Michel.
  • O grupo retorna procurando o exercito para enfim se juntar ao cerco do Forte da Passagem.
  • Recebidos por seus companheiros de batalha, recebem a notícia que o vintenar Guilbert recebera uma descompostura ( 50 chibatadas e a cabeça raspada) por enviar reforços sem avisar o Smith, os personagens ficam furiosos mas nada fazem.
  • Smith avisa que eles formarão uma "Última Esperança" no cerco do Forte da Passagem sem questionar a vontade do grupo.
  • Eles buscam informações que os ajude a subir nos muros com o menor dano possível e obtêm sucesso.
  • Ruivão quando esgueirou-se de noite para perto dos muros para saber mais sobre o que lhe esperava as defesas, viu que orcs estavam escalando os muros em outra quina da muralha.
  • Guilbert e o grupo fazendo divagações acreditaram que aquilo era um plano apara atiçar uma guerra ou simplesmente uma batalha pelo trono orc.
  • O grupo subiu com enorme dificuldade as muralhas em meio a óleo quente, flechas e empurrões e conseguiram tomar as primeiras ameias.
  • Como haviam perdido a bandeira de seu centenar, hastearam a bandeira que encontraram no celeiro de Smith.
  • Na batalha das ameias, fizeram um prisioneiro na espera de conseguir um resgate.

4ª SESSÃO

  • Na  tomada das ameias o grupo dividiu-se: Ruivão, fighter e o clérigo fizeram o bivaque no alto das ameias contendo o avanço até que um número de reforços suficiente chegassem. Evillyn e Bob decidiram que iriam abrir os portões sozinhos, Evillyn lançou rajadas de fogo nas cordas que sustentavam o contra peso dos pesados portões de surtida mas seria necessário mais peso, então, Bob partiu empurrando todos em meio a multidão e golpeando a esmo quando saltou para as ameias se equilibrando e preparou um salto mortal para agarrar-se à corda e descer o peso liberando o portão para a entrada das tropas.
  •  Um jovem desperta na enfermaria portando o tabardo do Travincal, aturdido e sem memória é posto para trabalhar, por achar que sabia fazer serviços de enfermagem acaba mutilando um soldado e matando outro. 
  • Evillyn quando vai verificar o fruto de seu saque encontra o diário do mago morto nas ameias, lá diz, que o Rei de Heagrove não havia autorizado a tomada dos muros.
  • Guilbert entrega uma carta a Bob onde Gunner (Clérigo de Pelor) diz para que ele retorne a O'Shala pois ele tem algumas novidades para ele. Guilbert é contra os jogadores buscar saber quem são, diz que isso é perda de tempo e podem achar coisas que não querem. O jovem sem nome é incoporado ao grupo e pretende se chamar Vader.
  • Smith avisa que se dará uma pausa na guerra durante o inverno.
  • Smith ordena a Bob que eles levem o Wallace ( Prisioneiro) até seu pai sem cobrar resgates, apenas custos de viagem.
  • Evillyn consegue despertar o seu familiar que dá informações úteis: Parece que Evillyn no passado havia assinado um acordo. O familiar diz que não sabe informar mais nada...
  • No caminho Wallace diz que pode fazer uma indicação para que os inquisidores os ajudem a saber de seu passado e que a historia pregada sobre os inquisidores pelo Travincal é tendenciosa.
  • Wallace conta a história dos elfos de Barad Atiel que vivem ali naquela região, diz que não são amistosos.
  • O grupo é atacado por pequenas aves (dinossaurescas) e matam 2 soldados que auxiliavam o grupo na escolta.
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5ª SESSÃO

  • O grupo chegou a Heagrove e recebeu toda a hospitalidade do marquês, foram postos na cozinha para que ficassem aquecidos e tivessem comida quente e lugar para dormir.
  • Optaram por ir logo falar com um Inquisidor que os recebeu com alguma desconfiança e mandou logo chamar seu superiorquando coagido.
  • O irmão inquisidor que chegou disse que eles corriam perigo e aquela não era a hora de confrontar os inquisidores por respostas e se quisessem essas respostas por hora teriam de procurar uma mulher no sopé da montanha para que ela os ajudassem.
  • O irmão inquisidor que chegou por último sabia que o seu subalterno iria acionar toda a ordem pondo-a atrás deles e então com um estalar de dedor matou seu igual e disse aos aventureiros que fugissem pois a culpa seria jogada sobre eles.
  • A saída do castelo foi fácil devido as orientações do irmão inquisidor, e a parte mais dificil seria apenas a chegada até o ponto com as poucas orientações que lhes foram dadas.
  • Encontraram um pequeno vilarejo e descobriram que ali vivia um dos chefes guerreiros de Travincal que os recebeu como herois e ficou muito feliz por tê-los ali.
  • Sob a orientação do chefe guereiro, partiram para  a casa da velha que se chamava Terence.
     
     

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      A Passagem é a faixa de terra que divide o reino de Heagrove ao meio fazendo um caminho entre o norte e o sul ligando interior do continente ao mar. A passagem tem uma única estrada principal que corta toda sua extensão conhecida como o “Caminho da Passagem”. O Caminho corta várias cidades que usam a estrada como rota comercial fazendo que esse trecho seja extremamente importante para a economia de todo o reino. É o único ponto de escoagem de mercadorias vindas do mar para o interior que Heagrove possui.
      Mesmo com o crescimento populacional, as cidades ainda conseguem manter uma boa relação com o meio ambiente que as cerca, quase não agredindo a biodiversidade do local. Como têm suas principais atividades relacionadas ao comércio, não praticam a cultura do plantio ou criação de animais evitando o desflorestamento.
      Na Passagem pode-se encontrar a cidade élfica de Barad Atiel, que é fechada para homens, e o Assentamento Orc. MAs também existem muitos outros grupos vivendo ali.


      Problemática da Passagem

      O reino de Heagrove não reconhece o Travincal, que diz que a parte mais a oeste de Heagrove faz parte de seu território. Devido a essa ocupação, tudo que vai para o interior do continente é taxado duas vezes, tornando os produtos de Heagrove mais caros e menos competitivos.
      No início da batalha do Meio, onde surgiu o Travincal, Heagrove construiu um forte como primeira linha de defesa no final do Caminho da Passagem, mas este foi facilmente tomado pelos aliados orcs do Travincal.


       
      Pequenas batalhas ainda acontecem naquela localidade. Heagrove continua decidido a tomar novamente para si o forte da Passagem. Os especialistas táticos dizem que o primeiro passo para a tomada do Travincal ou do reino de Heagrove deve ser tomar o Forte da Passagem devido ao seu posicionamento estratégico e logístico.
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      Nome: Bjorn Sveissen
      Raça: Humano
      Classe: Bardo

      Sem história até aqui.
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      Nome: Sem nome

      Raça: Humano

      Classe: Clérigo


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      Nome:
      Sem nome
      Raça: Humano
      Classe: Fighter

      Quando despertou logo lhe foi oferecido água e comida por um homem vestido de algodão cru com o avental manchado de sangue, era baixo e desavantajado em físico. Disse que ele fora trazido até ali por fazendeiros vizinhos que o encontraram desacordado e que havia 3 dias que passou inconsciente até acordar.
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      Nome: "Bob"
      Raça: Humano
      Classe: Barbarian

      As luzes bruxuleavam dando forma assustadora aos homens que trabalhavam naquele local, eles iam e vinham retirando areia e pedra do que parecia uma antiga catacumba. Seus túmulos seguiam emparelhados até o fim de um corredor e perdiam-se de vista na escuridão. As inscrições estavam quase apagadas devido à erosão do tempo e mal podia-se ler os nomes escritos nelas.
      O homem sem nome levantou-se de súbito usando toda a força que ainda havia nele como se daquele movimento dependesse sua sobrevivência. Ficou em pé ao lado do que parecia um estranho círculo místico com velas, unguentos e outras parafernálias mágicas. Seu instinto de morte e selvageria o fez tomar num rompante um noviço que estava ao alcance de sua mão e o interrogar.
      O jovem amedrontado não sabia dar informações úteis pois realmente nada sabia e apenas concordava sendo subserviente ao grande homem sem memória. Os outros noviços correram desesperados frente ao grande homem que encontraram nas entranhas das catacumbas antigas de Al-Gori.
      Desceu a escada a passos calmos um homem de meia idade. Ele se aproximava com lentidão e displicência enquanto ajustava calmamente seu capacete na cabeça. Do seu braço esquerdo pendia um escudo leve com o símbolo de Pelor e na mão direita ostentava uma maça pesada que era manejada com leveza. Ao se aproximar do homem sem nome, teve um noviço arremessado contra si, mas mesmo assim não temeu. Identifcou-se como Gunner, o responsável do local e informou que poderia ajudar se ele ficasse calmo.

      Contou que não sabia como o homem poderia ter entrado ali pois os portões da igreja eram fortes e vigiandos e ficavam constantemente guardados. Gunner contou-lhe que um fenômeno estava ocorrendo no mundo: pessoas estavam tendo uma febre e eventualmente morrendo e quando não, perdiam suas memórias. Não havendo como ajudá-lo mais, o recomendou a um amigo ferreiro chamado Carl enquanto tentaria obter mais informações sobre o grandalhão.
      Carl é mais que um ferreiro, é um combatente aposentado. Uma gigante espada pendula sobre sua loja como um letreiro imponente mostrando que ali se faz espadas. Carl apelidou o homem de Bob, e Bob trabalhou feliz ali por duas semanas até que os farejadores seguiram uma informação de que havia um febroso no local.
      Carl para proteger seu estabelecimento e sua vida, enviou Bob com algumas mercadorias até o entreposto e de lá ele deveria seguir seu rumo. No meio do caminho quando a carroça quebrou a roda, percebeu que Carl havia carregado as caixas com palha e madeira apenas.

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      Nome: Não sabe, é conhecida como EVELYN
      Raça: Humana
      Classe: Sorceress

      Quando despertou, seus olhos embotados percorriam os travessões do teto de madeira e pedra, seu corpo dolorido a dizia que estava dias deitada naquela cama e seus braços e pernas estavam debilmente enfaixados e suas vestes sujas de sopa que a fez pensar que alguém a alimentava enquanto estava desacordada. Mas percebeu logo que não tinha nenhuma memória.
      Uma voz a fez ficar de prontidão deixando rijo a pondo sentada na cama. A voz era de Riddler, um homem de aparência de 40 anos de idade com trajes nobres e avental de cozinha sujo, seu sorriso confiante e olhar brilhante era de conquistar qualquer pessoa mas ela estava receosa até então.
      Riddler dizia que ela fora encontrada na floresta da Passagem distante dali e que agora era escrava do Grande Dragão. Como estava numa cidadela rodeada por milhares de Kobolds decidiu se adequar as regras da casa esperando o melhor momento de fugir.
      Ao ser apresentada ao Grande Mestre Dragão, viu o quão enfadonho era aquele humano de cabelos negros oleados excessivamente e tão magro que nem parecia um senhor que realizava tantos festins. O seu mestre gostava de trazer a sua presença pessoas que eram envolvidas com artes, mandava buscar nobres para ceiar com ele, fazia de sua pequena fortaleza enterrada em uma colina uma pequena corte. No dia se sua apresentação recebeu um nome do seu grande mestre que pronunciava seu novo nome de forma estranha, EVIL-lyn. Talvez o Grande Dragão já farejava algum tipo de maldade obscura na jovem.
      O homem fazia com o que o trabalho árduo ficasse mais suave, sempre cantarolando ou contando histórias antigas, fazia com que a menina pelo qual a chamava de “docinho” ficasse sempre atenta aos detalhes do que se passava no mundo. Ao cair da noite lecionava Dracônico e ministrava os remédios para que ela logo se restabelecesse, era rigoroso com os horários, sempre após a tradicional sangria de seu mestre ele se punha a trazer o amargoso medicamento.
      Faltavam alguns dias para terminar o outono, e o seu mestre preparava-se para partir para sua residência de inverno, dizia que o inverno era seu período de hibernação. Todo seu ouro, jóias e muitos outros bens caros foram encaixotados e devidamente despachados sem que ninguém soubesse o seu paradeiro.
      Os dias que sucederam-se foram tranqüilos sem mestre na casa, foi um período de aprendizado para a mocinha, só que em uma determinada manhã em meio aos remédios havia um bilhete de RIddler, “Aqui não mais estou, segui meu caminho...” Logo baixo seguia um verso

      Ponha-me de costas
      Abra-me as entranhas
      Que até o mais idiota
      Transformarei num sábio

      O verso guiou a moça até um livro de dracônico que lhe foi presenteado, dentro do livro uma ordem de livre passagem pelos kobolds falsificada e uma carta que mostrava um outro verso:

      Tenho rios sem água
      Montanhas sem rochas
      Cidades sem homens
      Arvores sem folhas

      Esse outro verso a levou diretamente ao grande mapa do salão festivo que havia na casa e num olhar mais atento percebeu que o mapa onde marcava o no de Tebury havia um leve reforço na letra “R” o que a fez pensar que esse deveria ser o seu destino.
      Kuon Pin, o chefe da guarda Kobold recebeu a carta de autorização muito desconfiado e aprontou logo uma escolta pesada para acompanhar a jovem que pretendia sair do local...
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      Habitantes: 48 mil
      Capital: Tebury
      Lema: Nós retribuímos com sangue.
      Bandeira: O amarelo significa as riquezas e conquistas. As três faixas azuis, seus rios importantes e sua cruz vermelha diz que estão prontos para o combate; não importando de onde venha o inimigo ou para que lado terão que lutar.
      É um trecho de terra onde se encontram os reinos de Heagrove, Asford, Ondoom e a Federação de Peystone. É cortado pelo rio das Lágrimas que se subdivide nos rios Sangrento, Morte e Desespero. Os nomes peculiares de seus rios ajudam a explicar um pouco a história da região que cresceu em meio a sucessivas guerras, pequenos conflitos e insurgências. É tão disputado por ser um ponto estratégico de defesa de fronteira, além de ser rico em minérios como ferro, cobre, estanho e prata.
      Os primeiros povos humanos a habitar a região eram conhecidos como “Os Doze”. Estes nada mais eram do que doze famílias que se separavam em clãs e relacionavam-se apenas para guerra comum ou troca de mercadorias.
      No período de formação dos grandes reinos, os líderes tribais não entravam em consenso e cada um juramentou-se a reinos diferentes, segundo suas necessidades e promessas que lhe foram feitas, tornando impossível a delimitação geográfica no local. Os reis exigiam que seus vassalos lutassem na frente de batalha contra seus próprios parentes de outros clãs.
      Segundo os historiadores, por vinte anos, mais de 100 mil homens morreram naquela região devido a esse conflito que nunca se resolvia. O lugar é propício para escaramuças e emboscadas. Uma região difícil de ser guardada por suas características marcantes: em determinada época do ano seus vaus mudam, alagando certas partes e dando passagem seca por outros pontos, fazendo com que qualquer linha de defesa tenha de ser mudada de local. Quem quisesse conquistar e manter o Travincal deveria ser capaz de tomar todas as margens dos quatro rios da região.

      RESOLUÇÃO INACABADA.
      A guerra tornou-se cara devido à grande distancia entre o Travincal e as capitais de comando de seus respectivos reinos. As campanhas se tornavam longas e logo acabavam-se os suprimentos, ficando inviável manter as tropas. Os suprimentos eram atacados pela retaguarda que resultava numa frente sem provisões, levando à fome e doenças devido ao tempo de espera da mudanças dos vaus.
      Os reis fizeram então o chamado “Acordo do Entrave” ou Travincal. Nele, os reis juraram entre si manter somente as terras de seu reino que toquem a margem dos rios, tornando-os fronteiras naturais. Com essa nova marcação geográfica, os reis comprometeram-se a aceitar vassalagem somente de homens que estivessem em suas terras, salvo casamentos ou parentescos que não fossem bárbaros.
      Os Doze sentiram-se traídos com esse tratado e tomaram para si resoluções que melhor lhes atendiam. Denominaram o Travincal como terra pertencente a eles, proibindo o uso da moeda real, títulos de nobreza, taxação tributária, etc. Tudo o que fosse de fora.
      O Travincal tornou-se então uma espécie de republica federativa, onde cada tribo enviava um representante como um Senador e esses representantes escolhiam um Líder.
      Os reinos não queriam mais dispor de ouro para manter a guerra e precisavam daquelas fronteiras para comercio, então, decidiram por uma trégua velada e não assumida até poderem agir novamente, em um momento mais oportuno.
      O Líder do Travincal enviou um documento aos Reis vizinhos dizendo que protegeria as fronteiras e que levaria em consideração as leis vigentes em cada reino, caso algum crime fosse cometido no Travincal por um estrangeiro. As taxas de comércio e o baixíssimo custo de segurança para atravessar o Travincal agradaram aos reis. O entreposto comercial foi determinante. Os comerciantes trocavam ali suas mercadorias sem precisar viajar ao destino final.
      Os orcs locais receberam terras para viver livremente, desde que mantivessem a paz. Aos gigantes das montanhas vizinhas foi acordado o envio de comida em troca do acesso seguro às jazidas de minérios das encostas.
      A capital do Travincal é Tebury.


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