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Cada religião vai dizer como o mundo foi criado à sua maneira, sempre pondo seu povo, sua raça e seus deuses em foco obviamente, mas nada foi tão grandioso ou complexo quanto eles tentam explicar.
A melhor definição talvez seja a dos alquimistas. Segundo eles, sempre houve os quatro elementos: terra, fogo, ar e água. Cada elemento em sua forma bruta é um infinito corpo de energia que se estende através das barreiras do tempo e espaço que forma um corpo disforme, instável, sempre em movimento,  escoando pelo multiverso com atmosfera própria. Os magos apontariam isso com uma definição de plano.
Essas grandes energias se tocaram a primeira vez e o resultado da fusão dessas energias foi a criação do caos. Era tanta energia, que o caos se tornou vivo como os elementos que o criaram. A energia caótica e  amórfica que girava em um turbilhão cósmico e infinito arremessava  para fora de seu eixo toda matéria mórfica mais pesada resultante do atrito das forças geradoras. Essas massas pesadas foram chamadas de plano material.
Quando as massas físicas foram arremessadas, as enormes velocidades romperam o padrão de tempo que ainda era tênue. Então, o que era início e fim tornaram-se um. Gerou-se um efeito onde tudo que fora arremessado para o ponto mais distante do caos poderia ser encontrado pelo meio do trajeto como uma cópia incorpórea, como se um objeto passasse tão rápido que é possível ver o rastro de imagem se arrastando perante seu olhos. Assim surgiu o plano astral que é o espelho incorpóreo do plano material, ou o plano material que não teve energia suficiente para se concretizar.

As primeiras formas de vida no plano material.

O contato dos elementos básicos criavam variedades diferentes de matéria que por sua vez eram espelhadas no plano astral. Não se pode precisar na régua do tempo qual foi o momento zero que a primeira forma de vida surgiu, mas sabe-se que as primeiras criaturas sencientes eram dotadas de enorme poder devido ao fluxo de energia que era lançado sobre o plano material. A energia mágica, que é o poder de alterar a trama da realidade, ainda não possuía regras e qualquer suspiro de emanação de vontade criava e destruía. Nesse ponto, uma raça ao menos já habitava os planos materiais: os titãs. 

Os titãs criaram muitas variedades de raças de acordo com suas perspectivas do que seria um mundo perfeito Mas quando se perceberam que a teia mágica da criação se rompia quando criavam algo, logo veio a discórdia e a guerra.


As guerras titânicas e os primeiros deuses.


Quando os titãs entraram em guerra, surgiu duas facções: Eldarins e Sildarins. Os titãs Eldarins acreditavam que o poder deveria lhes servir conforme suas vontades e não se importavam com a desconstrução da teia. As suas obras finais quase sempre eram imperfeitas pois a teia não suportava mais a liberação de energia, as criaturas eram fracas e mal conseguiam viver sobre a luz do sol e acabaram por se arrastar para o submundo do plano material. Estavam entre elas as abominações, humanóides lagartos, criaturas formada de pura  energia sem corpo etc.
Os Sildarin visualizaram que se houvesse uma quebra na teia, toda a criação desmoronaria por completo e acabaria com seus hominídeos criados com tanto afinco por eles.  Vendo que não conseguiriam lutar sozinhos, dotaram alguns espécimes de sua criação com poderes notáveis dando origem aos deuses primordiais que aliaram aos seus criadores nas fileiras, pela primeira vez humanos, elfos, dragões, anões  e algumas outras raças lutaram juntos contra os parentes de seus criadores.



O primeiro estágio da força da magia. D&D 3.5


Quando os Sildarins venceram os Eldarins, poucos foram os titãs que sobreviveram à guerra. O Sildarins sentiam uma enorme de tristeza por terem matado seus irmãos e envolveram-se em lamentos distanciando-se do mundo.
Com a teia da magia estável, novos seres começaram a nascer , se reproduzir e morrer, o que deu início a um grande problema. Quando um corpo tomava vida, ele pegava parte da matéria etérea que compunha o plano astral para forjar sua alma e quando morria ele arremessava no espaço essa pequena parte do plano astral. A alma nada mais é do que uma fração de plano. Essa quantidade de matéria era tão grande que os novos deuses sentiram-se preocupados ao ver que a teia poderia se romper novamente por estar sendo inflada pelas almas dos mortos. A alquimia diz que matérias iguais tendem a se atrair para formar um corpo maior e lentamente o plano material estava sendo fagocitado pelo  plano astral.
A solução encontrada pelos deuses foi remoldar essas frações em grandes corpos planares fora do eixo do plano material em massas quadridimensionais dando origem a novos planos de existência. Os novos deuses que concordaram em participar da empreitada retiraram-se cada um para seus planos  para moldar de acordo com sua vontade. Houve acordo entre eles que quando uma alma deixasse um corpo, de acordo com a devoção do morto sua alma seria ceifada e arremessada para o devido plano onde passaria o restante de sua eternidade.
Quando o êxodo dos deuses para seus planos se deu, eles se viram mais fracos pois gastaram parte de sua energia para moldar os planos, e esses planos que continham suas energias eram distantes, ficavam fracos quando vinham ao plano material.
O  plano material agora tinha apenas poucos deuses para administrar energia e como é sabido, energia é algo inconstante  e está sempre em movimento, aqueles seres que ficaram acabaram servindo de pára-raios  para a energia resultante da ausência dos deuses.

Pessoas adquiriram enormes quantidades de poder e o poder as corrompeu. Cidades foram destruídas por caprichos de magos, deuses foram desafiados e mortos, milhões de pessoas mortas etc. A teia não agüentou com tanta energia em movimento e rompeu-se.

O último estagia da força da magia, a extinção mágica. D&D 4.0
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Kobolds são as criaturas mais desprezíveis que habitam a face da terra. Preferem viver em costas rochosas ou túneis de minas abandonadas, onde podem exercer sua principal função de mineradores.
Covardes por natureza, vivem algomerados em um pequenos espaço e sempre são liderados por uma criatura mais forte. Medrosos como são, basta que uma criatura mais poderosa mate seu atual chefe e eles imediatamente serão servis a ele.
Eles só se tornam perigosos quando atacam em grande número. Desordenados em combate, atacam sem nenhum medo enquanto tiverem alguém na sua frente para levar algum dano por eles. Também costumam atacar quando estão acuados em suas tocas; aí atacarão com ferocidade monstruosa. Fora isso sempre irão fugir de qualquer combate.
Não são muito inteligentes e suas táticas deixam muito a desejar, mas são naturalmente furtivos e preferem a facilidade em suas emboscadas de grande número em vez de usar estratégias básicas e mais simples. São tão covardes que não ajudam seus companheiros enquanto estão em combate, quando um cai no chão certamente será pisoteado pelo atacante que vier depois.
Quando vivem sem uma criatura que os proteja, eles normalmente vendem minérios para os goblins e orcs, também comprando proteção.
Alguns estudiosos dizem que o surgimento da raça foi a primeira tentativa de criar um dragão, mas claro que os dragões negam isso veementemente. Quase nada se sabe sobre o surgimento dessa raça pois quase nenhuma outra raça dá muita importância a ela.
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Goblins são pequenos humanoides com enorme vocação para o comércio ilegal. Também possuem enorme curiosidade em invenções e armas. Sua sociedade é fragmentada em vários grupos mas existem dois que se destacam:
-Os que seguem os “Chiefs” preferem viver nas cavernas e áreas remotas, assim como faziam os antigos globlins, e vivem basicamente do saque e da guerra. São exímios estrategistas na arte das escaramuças por emboscada.
-O outro grupo, devido à proximidade com os gnomos, adquiriu o interesse e a criatividade para criar loucas invenções e bugigangas que contribuíram para que sua sociedade se desenvolvesse tecnologicamente, ficando muito à frente das outras raças.
São grupos bastante diferentes, mas têm ainda alguma coisa em comum: sempre querem fazer o melhor negócio e obter lucro de tudo.
Goblins podem ser achados em qualquer parte do continente. Possuem algumas cidades próprias e podem ter uma simples barraca numa feira humana. Andam pelas estradas com suas carroças gigantescas levando e trazendo mercadorias para negociar em lugares distantes. É certo que não se deve acreditar cegamente nessas criaturas desonestas mas eles podem ser bons aliados quando há ouro e interesse comum envolvido.
Ao contrários dos gnomos que não vendem suas invenções e são muito apegados a elas, os goblins vendem tudo que conseguem imaginar e finalizar, sem ao menos dar certeza se é seguro. O resultado disso é que vivem tendo de reparar suas invenções.
Os gnomos dizem que quando os goblins tomaram umas de suas cidades, trouxeram os esquemas e plantas de suas máquinas e invenções: eram engenhos, maquinas a vapor, carroças que se moviam sozinhas etc. Algumas eram apenas imitações baratas das invenções dos gnomos, feitas apenas para a venda em larga escala. Durante as guerras, quando bugigangas comuns deixaram de fazer tanto sucesso, os goblins começaram a pensar em como poderiam lucrar com as escaramuças alheias, e então criaram algo que deixou o mundo estupefato: a arma de fogo.
Muito tempo depois, quando os gnomos viram-se encurralados por atacantes estrangeiros e lançaram mão de seus Warforgeds, os goblins ofereceram sua assistência em troca de pagamento. Os gnomos não tinham muita escolha a não ser aceitar a proposta dos goblins, então eles vieram com suas armas e fizeram modificações nos Warforgeds, equipando-os com armas de fogo, além de trazer minas terrestres, canhões e mísseis de longa distância.
As armas levaram os gnomos - antes praticamente derrotados - à vitória. O fato ficou bastante conhecido, rendendo aos goblins muitos clientes desde então.
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Muita coisa está diferente, os planos não se tocam mais e a ausência deixa os pacíficos humanos mais distantes de seus antigos deuses, poucos são os que andam nessas terras e fazem os velhos milagres dos antepassados, a magia se extinguiu quase por completo e homens são capazes apenas de fazer faíscas enquanto antes faziam fogueiras.
Os homens moldaram os deuses de acordo com suas necessidades muitas vezes ignorando os seus portfólios, os que não caíram no esquecimento tiverem de se adaptar aos humanos. Agora existem mais de 400 deuses na terra, reais ou não a fé os mantém vivos nos corações de seus adoradores.
A devoção agora não é mais exclusiva, o mesmo homem pode agradecer a Melora pelo peixe pescado enquanto Pelor abençoaria as uvas pela qual foi feita o vinho, Avandra pode abençoar os jovens que estão entrando na fase adulta da vida e Ioun daria o aprendizado para a vida.
Encontrarão conforme suas andanças templos erguidos a entidades que talvez nem nunca existiram ou a seus respectivos santos. Mas talvez milagres estejam sendo feitos ali. Os humanos decidiram que sua fé é muito mais forte que o poder do seus velhos deuses.
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